Será o fim do Ortodontista?


Repare que eu não disse o fim da Ortodontia, e sim, do ortodontista.

Na verdade, quem disse isso não fui eu; foi a Times, em 2000. Dezoito anos atrás.

Segunda a famosa revista, ortodontista seria uma das profissões com os dias contados no novo milênio.


Será? Acho que está mais fácil da Times deixar de existir, pois as revistas de notícias, estas sim, parecem que estão em fase de extinção. Pelo menos o Google e os sites de atualidades aparentam estar dispostos a fazer isso.


Mas voltando ao assunto Ortodontia, ou melhor, ortodontista, vejamos a seguinte situação:


Imagine que se junta uma tomografia da face do paciente, com os modelos digitais das arcadas.


É feito o setup no computador (planejamento), levando-se em consideração a face, a ATM, a oclusão, a função e a estética.


O aparelho é pensado e elaborado em cima das demandas apontadas pelo diagnóstico e planejamento, seguindo preceitos de algoritmos e guiados por um “conselho” de ortodontistas experientes, contratados por uma empresa.


As etapas do tratamento são monitoradas por escaneamentos regulares e ajustadas conforme as necessidades de cada fase.


Os resultados são avaliados de acordo com a programação prévia e o paciente fica informado dos avanços durante todo o tratamento.


Qualquer intercorrência é avaliada por um experiente profissional contratado ou dono da sua própria empresa de “planejamento”.


E aí, o fim do especialista?


Isso já existe (ou quase)!


Mas será o fim do ortodontista?


Na minha opinião, nada disso! Mas conversaremos sobre este assunto mais adiante.


Por enquanto…


Viva a Ortodontia!


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